E num mundo onde se pinta de cinza mais facilmente do que se colore, a vida, de chegadas e partidas é marcada, unida ou dividida. Na dúvida da tristeza, onde se perde algo que faz parte de ti por um tempo contado como se fosse uma Eternidade e na felicidade da incerteza de que algo bom e novo que está por vir com o passar do vento. Não só em Paris, como também aqui, nada haverá de ser criado mas sim transformado. Na tristeza e alívio de algo ou alguém que se foi, surge uma gotinha de esperança em alguém que chegará, e há de trazer, a paz e a distração necessária, para que possa ser possível, continuar a viver.
20/01/1920 - 03/10/2011
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